segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Resumo da Semana (15)


Acabo de chegar em casa com um exemplar de um livro que muito me agrada e que a todos indico. “Drácula”, do autor Bram Stoker (1847 - 1912). Escrito em 1897, o romance marca o surgimento de um dos maiores vilões do terror mundial: os vampiros. E, assim como todos os vampiros que devemos levar a sério, eles não brilham no sol. Em fim, isso nada tem a ver com a semana que se passou, mas é uma boa dica.


De fato, o que aconteceu de memorável, foi o furo que, como chamou Marcelo Tas em seu blog, o aspone profissional do governador de Brasília deu em todos os jornalistas do Brasil. Durante alguns meses, o rapaz filmou uma série de cenas fantásticas do governador José Roberto Arruda (DEM), participando de um grande esquema de corrupção e guardando o dinheiro na meia. O partido já disse que as imagens são “letais” para a carreira de Arruda. Afinal, perto da época de eleições, será preciso sacrificar um ou outro besta pelo bem de todos.

Em Honduras, Porfírio Lobo está oficialmente eleito e assume o comando do país no dia 27 de janeiro de 2010. Manuel Zelaya ainda não sabe qual será seu futuro, mas sabe que conta com o benefício de ter facilitado, um pouco, a passagem democrática do poder. Ou não...

Na TV, a Record continua errando na busca pelo 1º lugar no coração dos brasileiros. Desde quando a entidade resolveu enfrentar a Globo como principal de comunicação e entretenimento do país, a equipe da Record trabalhou e evitou qualquer tipo de briguinha com a Globo, porém, desde o episódio no dia seguinte ao apagão, em que a Record fez tudo que o manual do bom jornalista indica não fazer. Ela continua fazendo uma besteira atrás da outra. Dessa vez, ela disse que o Ibope, empresa que controla a audiência da TV brasileira, está favorecendo a Globo. O problema, é que os dois são tão clientes quanto. E, se o objetivo era não mostrar que a Record pode bater a Globo, é muito mais fácil mascarar os fatos e fingir que nada aconteceu. A Record tem competência e qualidade pra superar os rivais, mas precisa lembrar de ter foco no trabalho.

No futebol, o campeonato mais estranho da década continua provando que os pontos corridos são a melhor forma de se disputar um torneio. Como já se esperava há algum tempo, Flamengo deixou todos para trás e assumiu a ponta do Brasileirão. E, pode ser, que pela primeira vez na história, um time que liderou por apenas duas rodadas, seja campeão. Ou, o time que liderou todo o torneio, volte pra ponta no último jogo. E, ainda, o favorito ao título faltando dois jogos pro fim, nem dispute a libertadores. De fato, este será um torneio para entrar para a história.

Sem mais, por que algumas vezes meu provedor converge o endereço do twitter para um site chinês. Até!

Imagem: via chongas.com

domingo, 29 de novembro de 2009

Marionetes, mil vezes melhores que animações 3D (3)

Madrugada de sábado para domingo, muitas coisas para se fazer, mas nada como encontrar um vídeo para mostra mais uma vez que "Marionetes são mil vezes melhores que animações 3D". Nesse vídeo, a turma toda dos Muppets" faz uma versão para "Bohemian Rhapsody", da banda britânica Queen. A música é até hoje a mais executada e ouvida na ilha da rainha. Confira!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Resenha: Colour Me Free (2009) – Joss Stone


Hoje tirei o dia para curtir o novo álbum da talentosíssima cantora Joss Stone. A loirinha mais badalada do Blues mundial lançou no início desse mês o “Color me Free”, 4º disco da carreira. Aos 22 anos, com a voz muito mais madura que nos outros trabalhos, jurei ter colocado um CD da Aretha Franklin no primeiro momento em que escutei a voz da moça. Precisei confirmar antes de continuar ouvindo as músicas.

Em um trabalho onde Joss Stone é cantora, compositora, produtora e tudo mais, ela demonstra que é sim a grande revelação de sua época. Nas 12 faixas presentes no álbum lançado nas terras tupiniquins, o britânico tem duas faixas a mais, ela coloca toda a alma em dez composições originais e duas versões fantásticas, uma delas do gênio Ray Charles.

Estou sim, apaixonado pela beleza e pelo talento de uma das mais completas e criativas vocalistas de nossa Era. Confira abaixo, meus pitacos sobre cada uma das músicas.


Free Me – Um riff de leve introduz a boa e velha Fender “bluseira” que está em todos os álbuns dela. E logo em seguida, Joss manda aquele “gemido sussurrado”, em um tom grave aveludado, que arrepia todo marmanjo. A faixa é instrumentalmente simples, mas muito bem equilibrada, favorecendo todos vocais. É uma bela música de apresentação: “Seja bem vindo ao mundo fantástico de Joss Stone”.

Could Have Been You – Claramente mais rebuscada que a anterior, a letra da canção coloca temas femininos e românticos, como é característico da cantora de 22 anos. Ótima faixa.

Parallel Lines – Jeff Beck, isso já seria o suficiente para ser bom!!! Sintetizador a lá Steve Wonder comendo solto na introdução, muito grove logo de cara. Tem um gingado bem legal essa música. Jeff Beck rindo de alegria no final da gravação, isso sim é música de verdade! Eu to rindo sozinho enquanto escuto, de tão bom que é. Das compostas pela Joss Stone é disparada a melhor do disco.

Lady – Música de alta potência instrumental e vocal, com muito mais experimentalismo musical que nas outras. A música toda tem uma crescente que acaba num ápice fantástico de berros da ruivinha. Abusa dos metais, que dão o clima especial da faixa.

4 And 20 – Estilo anos 70, Joss canta acompanhada de uma suave linha de piano e uma jazz band de primeira linha. Tem clima de filme de época e musical da Broadway. Como no resto do álbum, o som está extremamente bem equalizado. É possível captar cada detalhe da composição. Baixo acústico na veia!

Big ‘Ol Game – Música muito divertida. A linha do baixo tem um swing todo especial, com frases muito boas. Tem uma sonoridade mais parecida com os trabalhos anteriores da cantora. Em um tom mais grave que as outras, a voz de Joss Stone tem uma vibração fantástica.

Governmentalist – Gostei, mas não muito. Quebra um pouco o ritmo que o disco tem, mas é com certeza uma boa faixa. Tem o mérito por mixar de forma equilibrada o jazz/blues do álbum, com a participação do Rapper Nas. Tem um clima de protesto por trás de tudo. É ok.

Incredible – Música mais curta do álbum. Não tem nada de mais em relação ao que passou e ao que está por vir. Tem uma estrutura mais Rock and Roll, mas sem as guitarras destorcidas. Lembra um pouco o áudio “Tower of Power”. Perfeita para se tocar ao vivo, principalmente com este final.

You Got the Love – Versão da música de Anthony B. Stephens, Arnecia Michelle Harris and John Bellamy, lançada oficialmente em 1986. Linha de baixo destruidora, guitarrinha “funkiada”, vocais perfeitos e bateria direta e reta. Composta originalmente para uma banda de soul/gospel, a faixa tem a presença incrível e fundamental de muitas vozes mo coral feminino. Música boa demais. Arrisco dizer que é a melhor do disco, junto com a Parallel Lines.

I Belive it to my Soul – Blues de primeira qualidade do início ao final da composição. O saxofone extraordinariamente tocado ficou por conta do gênio David Sanborn, que já tocou com alguns “bestinhas” da música, entre eles: James Brown, Eric Clapton, Roger Daltrey, Stevie Wonder, David Bowie, Elton John, Roger Waters, The Eagles e The Grateful Dead. Pra encurtar a lista. Se você gosta de “Blues Brothers” sua cabeça explodiria ao escutar esse som, afinal ela foi composta por um tal de Ray Charles.

Stalemate – Baladinha divertida com a participação do produtor e músico Jamie Hartman, sobre quem eu sei quase nada e achei muito pouco. Dueto com historinha de amor pras adolescentes chorarem um romance não concretizado ou namoro recentemente terminado. É mais ou menos Ok.

Girlfriend on Demand – Claramente uma composição pessoal da cantora. O tema é o bom e velho romance entre homens cafajestes e mulheres atrás de grandes amores. Aquele tipo de filme de “Sessão da Tarde”, que apesar de ser meio repetitivo, você assiste porque é bom. Depois de um álbum “pancadaria” o tempo todo, podia ter uma faixa um pouco melhor para fechar.

Nota Final – 9,5. O álbum é bom para c***lho! Faltou só um par de músicas que fechasse o disco com gosto de quero mais.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Resumo da Semana (14)



No dia 20 de novembro de 1917 era criado o glorioso time de futebol da Portuguesa Santista. Nessa mesma data em 1985, a primeira versão do sistema operacional Windows chegou aos PCs do mundo. Em 1998, o primeiro módulo da Estação Espacial Internacional chega ao espaço.

No dia 21 de novembro de 1964, o Rei Pelé marcou seu recorde de gols em uma só partida, foram oito na goleada por 11 a 0 do Santos sobre o glorioso Botafogo (SP). Nessa mesma data, em 1975, o Queen lançou o famoso “A Night at the Opera”, seu quarto disco. Em 1990, a Nintendo lançava o Super NES e o jogo Super Mario World.

E em 2009, nesses dois dias, pouca coisa aconteceu, mas morria e era enterrado um dos piores e mais polêmicos prefeitos da história desse vilarejo chamado São Paulo. Começo assim meu texto, pois foi assim que,pela primeira vez, falei sobre esse político em meu blog. Que descanse em paz, mas não muito, por que enquanto ele se livrou de todas as cagadas, nós continuamos aqui, a sofrer.


Bom, mas vamos aos demais assuntos. Com um amistoso sem sentido algum, a seleção brasileira de futebol venceu o Omã, pelo placar ridículo de 2 a 0. Com isso, Dunga fechou um ano fantástico pela seleção, 17 jogos, 14 vitórias, 2 empates, 1 derrota (86,3% de aproveitamento); 38 gols (média de 2,24 por jogo). Méritos para ele, que conseguiu montar uma seleção altamente competitiva para 2010, provando que material humano, no futebol, temos de sobra.

No Campeonato Brasileiro, como ninguém quer ficar com o título e o São Paulo é o mais incompetente de todos na disputa pelo vice, acho que devíamos oferecer o campeonato para a Lusa, que nunca fez mal a ninguém.

O Brasil continua sendo o amiguinho do mundo. Na visita oficial do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, Lula e Sarney falaram na ilha de Vera Cruz como o país da conciliação e da paz. Ah! Balela da mais pura. Somos sim, um bando de rebeldes sem causa, que não tem um só motivo pra brigar com alguém, e que fica comprando a briga dos outros para encher o saco de todo mundo. Seu Obama já ta ficando incomodado com o Lula, o filho da Nova Lusitânia.

O presidente disse que a ministra Dilma Rousseff tem mais direito de viajar pelo país do que governadores que concorrem à presidência do país nas próximas eleições. "Eles têm menos direito de viajar do que uma ministra, que tem direito de visitar as obras que ela coordenou", disse Lula, em entrevista à Rádio Clube de Natal. Sei lá, se ele acha que isso é democracia. De fato ela pode, mas é ridículo usar isso como campanha política. Ou ela é ministra, ou pula fora e vira candidata. Isso vale para os outros presidenciáveis, que devem para de apontar dedos pros concorrentes e mostrar a que vieram.


Um estudo publicado pela "American Journal of Psychiatry", anunciou que crianças sem medo, tem tendências psicopatas. Ou seja, traumatizemos nossas crianças, que elas sejam um bando de bundões, mas nunca assassinos. Fechando o espaço ciência do resumo, após 14 meses parado o maior acelerador de partículas do mundo voltou à atividade nesta sexta-feira, no Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), depois de falhar na sua inauguração em setembro de 2008. Além dos milhões de avanços tecnológicos que mudarão nossa vida futura que vocês nunca irão saber que vieram de lá, o acelerador irá reproduzir, se funcionar, instantes posteriores ao Big Bang. Isso confirmaria a teoria do surgimento do universo ou indicaria novos caminhos a seguirmos.

Por hoje é só pessoal...

sábado, 21 de novembro de 2009

ZortCast#9 - Sinais de que me f#d*


Senhoras e Senhores!

Como parte do nosso plano para dominar o mundo, orgulhosamente (ou não!), a Duzão & Salgado Entertainment Association presenteia-os com o nono episódio de ZortCast, um podcast sem sentido mas com conteúdo (dessa vez, nem tanto)! Nele, Duzão, Carioca, Marin & Joey Salgado relembram de algumas passagens de suas vidas em que perceberam que f#d*u!

Neste episódio, saiba que alguns somente dão valor à vida cosmopolita que levam quando resolvem sair para dar uma “saudável caminhada”, descubra que trabalho e destilados não combinam, entenda quando “sete” é um péssimo número para se chutar, ainda mais alcoolizado, e veja que comer, comer, nem sempre é o melhor para poder crescer!

Tempo de duração: 62 min.

Ouça agora com o player abaixo, ou faça o download do episódio!

Notícias da quinzena:

Dicas da vez:
- O Símbolo Perdido, de Dan Brown, no Submarino (livro)

Comentado:
- Valeu Dolemes, do Game Reporter, pela "linkada"!
- "Cada país tem o Feynman que merece...", de Carlos Hotta (Brontossaros em meu Jardim), sobre a atitude do Sr. Arthur Virgílio em relação à "investigação" das causas do apagão

Comentários, críticas, contribuições & pitacos: zortcast@gmail.com

ATENÇÃO: o episódio possui linguagem que pode ser considerada inapropriada e/ou ofensiva para algumas pessoas, tornando-o desaconselhável para moralistas e/ou menores de idade. Não diga que não avisamos!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

“Aquela que virou Lado B”

Foi assim que hoje pela manhã uma amigo meu definiu a banda que eu estava ouvindo no carro ao chegar no trabalho. Nunca tinha pensado no The Offspring como uma banda lado “B”, afinal quando ela chegou ao auge há exatos 11 anos, ao lançar o álbum Americana, todos eram grandes fãs ou pelo menos conheciam o som dos caras.

O mais engraçado, é que ontem, quando bateu uma vontade de escutar exatamente esse álbum, não me pergunte o porquê, descobri que era aniversário de lançamento do disco. No dia 17 de novembro de 1998, o mundo escutou pela primeira vez os acordes de “The kids aren’t alright”, “She got issues”, “Why don’t you get a job”, digo a primeira vez, pois naquela época esse lance de baixar discos antes do lançamento era coisa de hacker dos bons. Pode ter sido pura coincidência, mas gosto de pensar que foram os deuses do Rock na Roll conspirando a favor da boa música.

A banda se formou em 1984, na California, e foi mais uma das grandes expoentes do Punk Californiano, ao lado do Green Day, hoje em dia mais um grupo que se rendeu ao Emo way of life. Da formação original estão só os guitarristas Dexter Holland e Noodles, junto com o baixista Greg K, que juntou-se a banda em 1985. O último grande hit dos californianos do Offspring foi a música “Hit That”, do álbum Splinter, lançado em 2003. Após esse disco, a banda voltou a ativa com o disco “Rise and fall, rage and grace”, em 2008, que quase não foi divulgado no Brasil’.

Ainda assim, retorno a frase memorável desde colega de trabalho, “Essa é aquela banda que virou Lado B”. De fato, mesmo o disco de 2003 teve pouquíssimo impacto entre as pessoas que conheço, até mesmo quem não passavam um dia sem ouvir o “Americana”. Depois de comandar a década de 1990, os caras ficaram relegados a uma banda esquecida na memória de roqueiros como eu. Agora, é ficar de olho, pois em 2010 os caras pretendem lançar um novo disco, ainda sem nome definido, mas com boas promessas por parte da crítica internacional.

Como de fato The Offspring virou um pouco lado "B" no brasil seguem uns vídeos para quem quer matar a saudade dos caras ou nunca ouviu. São os clipes de duas das músicas que mais gosto, “The kids aren’t alright” e “Come out and play”, do disco Smash, considerado por muitos o breakthrough da banda. Além da versão ao vivo da música “The worst hangover ever”. Exatamente nessa ordem. Curtam ai.


The Offspring - The Kids Aren't Alright - More amazing video clips are a click away





Como disse o guitarrista da banda outrora, em um show no Japão. “There still sixteen shopping days for Christmas!!!” (E a galera vai à loucura!!!)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Resumo da semana (13)


Muito bem senhoras e senhores, vamos ao que aconteceu na última semana neste mundinho que habitamos. Primeiramente, gostaria de registrar que finalmente fui ao cinema assistir a obra prima de Quentin Tarantino. “Bastardos Inglórios” é, não menos, que muito f*da. A melhor obra do diretor desde Pulp Fiction, em 1994. Brad Pitt também está em sua melhor atuação desde que o vi pela primeira vez em “Seven: os sete pecados capitais”. Christoph Waltz, faz sua estréia no papel do coronel Hans Landa, em uma das atuações mais perfeitas que já presenciei na telona. Não bastando atuar bem, Waltz ainda faz isso em inglês, francês, alemão e italiano. Fica a dica, para quem quer curtir um bom fillme.


A primeira notícia da semana foi o lançamento da primeira edição da revista ESPN, versão made in Brazil. Na capa, uma reportagem sobre os 70 anos do Rei Pelé, além de uma entrevista especial com Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras e outros destaques interessantes por demais. Como tenho alguns lampejos de diagramador, também prestei muita atenção ao projeto gráfico leve e bem distribuído que os editores da ESPN escolheram para a revista. A publicação é mais uma iniciativa da editora Spring, que já cuida da publicação da revista Rolling Stone há três anos.

Ainda nos esportes, a nota triste fica por conta do, até então, suicídio di goleiro Robert Enke, do Hannover 96 e da seleção alemão. O jogador de 32 anos sofria de depressão desde 2006, quando perdeu a filha Lara de dois anos vítima de um ataque cardíaco. Robert foi enterrado no domingo junto com a filha. A seleção alemã, apesar de ter instituído luto oficial, continua seus trabalhos para copa da Africa do Sul. O jogador teria se jogado na frente de um trem em movimento, em uma linha ferra que passa perto do local onde Lara perdera a vida.

Como já citei no último texto, o ativista/terrorista/bode expiatório/pentelho Cesare Battisti está tendo seu pedido de extradição para Itália julgado pelo Superior Tribunal de Justiça. O ministro Tarso Genro demonstrou apoio incondicional a Battisti, afirmando que o Brasil não permitirá que nenhuma injustiça condene o ativista a prisão perpétua. Já o presidente Lula foi taxativo, para ele a decisão está nas mãos do STJ. Se a opção for extraditar, que vá.

Aproveito esse post para falar sobre a censura sob a qual o jornal Estado de S. Paulo e o site da entidade estão trabalhando nos últimos 108 dias. Desde quando comecei essa sessão do blog tenho esquecido de comentar sobre isso. Desde 31 de julho, a versão impressa e on-line do jornal estão proibidas de editar qualquer notícia que fale sobre a Operação Boi Barrica, que têm com centro da crise o presidente do senado José Sarney (PMDB-AP). A medida retrógrada mancha o processo de consolidação da democracia e da liberdade de imprensa.

Saiba mais sobre a palhaçada aqui ó.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Profissão Ativista


Todo mundo tem uma opinião sobre a profissão de jornalista. Agora então, que nem precisa mais de diploma, isso aqui virou uma festa. Até a tal menina da UNIBAN, a qual eu me recuso a citar o nome, por não saber como se escreve e não fazer questão alguma de aprender, pode virar a celebridade jornalística do momento. “Aqui é a ‘idiota’, repórter por um dia no...”

Sendo assim, resolvi que também posso analisar a profissão que bem entender. E de todas que considero escrotas ou irrelevantes, a que mais chama minha atenção é a maldita profissão de ativista. Ser Ativista sim, não requer experiência, conhecimento de causa, tão pouco um diploma de qualquer espécie.

Na definição mais estúpida e simplista que tive contato, “ser ativista é defender uma causa que importe para humanidade”. Tá, vamos rever o que podemos aprender disso.

Lutar pata evitar a extinção dos Cavalos da Mongólia, bom, muito bom. Se a porcaria dos Mongóis “originais” já foram pro saco, garanto que ninguém sentirá falta dos cavalos. Nossos meio irmãos de DNA, o Chimpazé e o Gorila, animais ameaçados de deixarem de existir no mundo moderno em que nós vivemos. Sabe de uma coisa gente, Darwin explicou isso há cerca de duas centenas de anos. Se não me engano, ele chamou isso de evolução, ou algo do tipo, no mundo onde os fortes sobrepõem os fracos. Mas é só uma opinião sem fundamento mesmo.

Ai, tem o pessoal que luta por causas de fato nobres. Fome na África é uam delas, mas faço uma ressalva: deixem que os africanos cuidem da África. Nós já temos problemas sobrando no Nordeste do Brasil e, muitas vezes, nas esquinas da “evoluída” cidade de São Paulo.

Para o ativista Andrew X (quer nome mais babaca?) “O ‘ativista’ é um especialista ou um expert em transformação social”. “Expert my ass”, racinha do inferno. Ou seja, a gente quer mudar, mas como a gente quer muito, as coisas não mudam? É isso que ele quis dizer? Mas quanta incompetência hein?!

Esses caras realmente acham que eles são bons naquilo que fazem e que isso funciona.

Bom, esse post foi motivado pela foto que vi hoje, no jornal do Estado de São Paulo. Está sendo julgado em Brasília o pedido de extradição do ativista/terrorista italiano Cesare Battisti. Eis que, um grupo resolveu protestar e apoiar Battisti de forma irregular e barulhenta.

Resultado, foram expulsos da sessão.

Eis que vejo a foto do pessoal que estava lá para protestar. Como ela só é visível para assinantes do jornal, tentarei descrevê-la. Uma das fotos mais ridículas que já vi. Uns três seguranças, empurrando duas tias perdidas e muito toscas, uma velhinha (bem velinha), que não tinha ideia do que estava acontecendo e, claramente, rachava o bico com a situação vergonhosa em que se meteu. Um tiozão estranho que não sabia se ria ou continuava com sua atuação tosca de rebelde panaca.

Isso, depois de ver as fotos do protesto mais idiota que já vi universitários fazerem. Os alunos da UnB, foram para a universidade pelados, para apoiar a gordinha tosca e escrota da UNIBAN e seu vestidinho rosa. Pior, que só tinha “canhão” no protesto.

Porra, de fato, hoje em dia é muito fácil ser expert, basta não absolutamente nada para fazer. Dinheiro para gastar e alguns idiotas ainda mais burros, que resolvam seguir o primeiro.

Como diria Paulie a Rock Balboa, "C'mon! Get a real job..."

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Só pra distrair

Passei horas sem saber o que postar no blog. Tentei análises de temas atuais, contos, crônicas (coisa que há muito não posto, estou devendo), mas nada veio.

É nessas horas, que tem sempre um idiota para te fazer rir e salvar o post. No caso, são muitos idiotas tentando se passar por praticantes de Le Parkour.



Vai, é só um pulinho! Haha!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Resumo da semana (12)


Fui assaltado na tarde de ontem! E tudo foi transmitido pela televisão brasileira. Entre 16h e 18h, fui refém de um crápula, que não sabe respeitar o esporte brasileiro. Carlos E. Simon mostrou mais uma vez do que é feito realmente o futebol do nosso país. Hoje, isso será tudo que farei de comentários sobre o assunto.


Agora sim, depois do desabafo, vamos ao resumo do que passou nos dias que precederam a esse momento de pura estupidez.

A notícia da vez é a tal da loira da UNIBAN, que de fato, não fez nada de anormal. Vi coisas muito piores, ou melhores, nos anos em que frequentei o glorioso curso de jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. A reação idiota é reflexo de alunos idiotas, que tiveram criações estúpidas e serão eternamente taxados de babacas.

O Final de semana também viu a realização do Enade, mais uma boa ideia extremamente mal utilizado. Domingo, final de semestre, todos com muito mais o que fazer e uma prova que não mede absolutamente nada. A prova de Direito, simplesmente não tinha nenhuma pergunta sobre direito, apenas conhecimento geral. Que beleza hein?! Além disso, assim como no ENEM, a segurança da prova se mostrou, por diversas vezes, altamente frágil.

No mundo, foi comemorado o aniversário de duas décadas da queda do muro de Berlin, que dividiu a Alemanha em duas por quase 30 anos, e foi um dos maiores símbolos da guerra fria. Angela Merkel, chanceler alemã, nasceu na então Alemanha Ocidental e viveu parte do inferno que havia se tornado o país. Hoje, ela foi uma das principais incentivadoras durante a comemoração que marcou esses 20 anos. Momento esse que só foi possível por que um porta-voz desavisado abriu a boca mais do que devia, confira os detalhes aqui.


Pra fechar uma semana bem fraca, na F1, a coisa está acalmando. A Renault estará no grid de largada em 2010, ao lado da Brown, que nessa temporada terá o motor na Mercedes.


Sem mais, vejo vocês em uma semana.

Resenha: Chickenfoot – Chickenfoot (2009)


Hoje, enquanto resolvia algumas “coisas de escritório” do trabalho, consegui dar uma boa ouvida no novo trabalho do Chikenfoot. Banda formada pelo vocalista Sammy Hagar, o baixista Michael Anthony (ambos ex-VanHalen), o guitarrista Joe Satriani e o baterista Chad Smith (conhecido pelos seus trabalhos com o Red Hot Chillie Peppers).

De todos os dois que mais me surpreenderam foram Anthony e Chad. O baixista tem frases muito legais durante todas as músicas do álbum, contrariando tudo que se via dele na época do Van Halen. Chad, teve mais liberdade para criar. Batidas mais quebradas e com influências de Ginger Backer e John Bohan, além de coisas que já havíamos visto no RHCP, mas nunca dessa forma.

Joe Satriani, técnico e criativo, é com certeza uma coisa a parte. É dele que partiu todo o delineamento sonoro do disco. Já Sammy Hagar é o vocalista tiozão com a garganta mais enxuta do Rock and Roll. Apesar de ter claras limitações em relação ao passado, ele consegue dar gritos que muitos de sés contemporâneos não têm mais a capacidade de atingir.

Segue o que eu achei do álbum, música por música:


Avenida Revolucion – Boa faixa para abrir o álbum. Riff pesado. Grande surpresa com Chad Smith, uma batida no contratempo e muito diferente do que estávamos acostumados a ver quando o rapaz era o responsável pela levada do RHCP. Hagar cantando muito e Michael Anthonny continua sendo um dos melhores backing vocals da história da música.

Soap on a Rope – Até o momento, nada demais. Muito boa música, riff interessante. Chorus tem cara de Van Halen da década de 80.

Sexy Little Thing – Primeira faixa de trabalho dos tiozinhos. Será a melhor de todas? Vamos ver... Levada no baixo bem diferente de tudo que conheci por parte do Anthony. Muito legal. Guitarra traz uma frase com um pouquinho de AC/DC e Jimmy Page, foda hein! É a primeira que apresenta alguma modulação no áudio. Modelo que elevou bandas como Van Halen ao auge. Solo lembra muito Angus Young. Melhor do álbum, mas por pouco.

Oh yeah – Acordes cheios, mas com efeitos pesados e frases de guitarra que se complementam. Sammy Hagar continua me surpreendendo, mesmo sem seus agudos tão característicos. Influências “Zeppelianas” em todas as faixas até o momento. Com um tantinho de progressivo, que deve ser influência clara de Joe Satriani no comando dos solos.

Runnin’ Out – Essa, como todas as outras letras do álbum, tem todos os conceitos e assuntos que o bom e velho “glam” rock exige para ser bom. De resto, uma faixa normalzinha.

Get It Up – Uma das faixas mais divertidas do CD, mas com certeza uma das mais progressivas também. Joe Satriani é com certeza o cara mais influente da banda, do jeito que ele gosta de experimentar, deve ter sido muito divertido gravar esse álbum. Loucura total nos últimos 40 segundos, mais ou menos.

Down the drain – A música com mais cara de Van Halen de todas. O solo tem até uma lembrança do Eddy, mas ainda assim não consegue surpreender e nem mostrar tudo do que Satriani é capaz.

My Kind of Girl – Começa com uma balada e depois toma um caminho que lembra muito o Whitsnake no final de carreira, ainda assim, com certa qualidade. Exagerando mais que nunca nos “backings”, o refrão dessa será um bom “sing along” pros shows da banda. Sinto apenas que tem muitos componentes da música claramente com o rótulo “Ideia do Produtor”.

Learning to fall - Nesse momento do show você escutará frases como “Put your hands together” e “Sing with me”, além de olhar para os lados e certificar-se de que todos os isqueiros presentes no recinto estão levantados e acesos. Ainda assim, gostei bastante da música, que claramente será a favorita das groupies de Hagar e companhia. O solo é muito bom, com timbres que lembram muito “The Spirit carries on”, do Dream Theater.

Turnin’ Left – É a música mais pancadaria de todo álbum. Finalmente Satriani e Hagar arregaçaram as mangas e colocaram seus verdadeiros “Eus” para fora. Solo interminável e gritos sem pudor, era disso que eu tava precisando. Muito boa faixa.

Future in the past – Para finalizar, a faixa mais experimental dos caras. Parece mesmo um resumão de tudo que passou no resto álbum. A conclusão perfeita para um álbum que, espero, será p primeiro de muitos.


Nota Final: 8,5 – O álbum é bom, tem potencial experimental, mas ainda depende de algumas sombras do passado.

sábado, 7 de novembro de 2009

ZortCast#8 - Just "BIT" it


Senhoras e Senhores!

Como parte do nosso plano para dominar o mundo, mandando ver com um meia-lua + soco, a Duzão & Salgado Entertainment Association presenteia-os com o oitavo episódio de ZortCast, um podcast sem sentido mas com conteúdo! Nele, Duzão, Buba & Joey Salgado se recordam saudosamente dos jogos de videogame que marcaram suas vidas, seja na infância, adolescência ou fase adulta!


Neste episódio, descubra a origem de uma das mascotes mais marcantes da indústria de diversão eletrônica, conheça (ou relembre) alguns dos jogos clássicos da era 16-bits, saiba como é possível causar uma revolução no mundo dos games e entenda o porquê das desavenças que surgem entre irmãos que dividem uma mesma paixão!


Tempo de duração: 71 min.

Ouça agora com o player abaixo, ou faça o download do episódio!

CONHEÇA A CASA PRÓPRIA DO ZORTCAST!!!

Notícias da quinzena:
- Habilitação FAIL! (Detalhe que não lemos a matéria direito: a mulher somente passou no teste teórico! Ainda falta o prático! É mole?!)
- Casamento? NOT!.

Dicas da vez:
- House, quinta temporada (box de DVDs).
- O Solista (estréia nos cinemas, leia um pouco mais sobre o filme aqui).
- Bastardos Inglórios (cinema).
- Procurando diversão? Compre um Nintendo Wii!


Comentários, críticas, contribuições & pitacos: zortcast@gmail.com

ATENÇÃO: o episódio possui linguagem que pode ser considerada inapropriada e/ou ofensiva para algumas pessoas, tornando-o desaconselhável para moralistas e/ou menores de idade. Não diga que não avisamos!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Seres humanos e suas surpresas...

Jamie Foxx é, na minha opinião, um dos atores mais talentosos que surgiram no cinema na última década. Prova disso é o novo filme do cara, em companhia Robert Downey Jr. “O Solista”, mostra a história do músico Nathaniel Ayres esquizofrênico que larga a faculdade Juilliard no segundo ano do curso. Ele é encontrado por um jornalista, que o vê tocando violino com apenas duas cordas. A partir daí, a vida dos dois muda de forma inesperada.

No momento em que achei que esse era apenas mais um filme com tema emocional, li aquela frase que costuma atrair minha atenção. “Baseada na história real do jornalista norte-americano Steve Lopez (Robert), que realmente conheceu o músico Nathaniel Ayres e escreveu uma série de colunas sobre Ayres.

Segue o trailer. Não sei vocês, mas essas histórias que contam histórias “meramente” sobre a relação humana me fazem acreditar que o ser humano ainda tem salvação.

E, nesse caso, me lembra o porque decidi ser jornalista.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O feriado e uma quadra vazia


Eram pouco mais de 10h da matina quando encostei do lado de fora da produtora com quem faço alguns trabalhos. Era pleno feriado de finados e o dono da empresa ainda não havia chegado. Abri as janelas do carro e esperei o vento refrescante do verão entrar.

Do lado de fora, o sol brilhava em um céu azul de Brigadeiro. No som, Phil Collins rasgava a voz enquanto entoava “Sussudio”, “Two hearts”, “A Groovykind of Love” e outras tantas. Fiquei lá, torcendo para que a reunião começasse e terminasse o quanto antes. Afinal, ainda queria aproveitar pra descansar um pouco naquele feriadão.

Lá do outro lado da rua uma pequena quadra de futebol, feita de cimento rústico, traves sem rede e grades enferrujadas. Um convidativo cenário para as crianças do bairro, afinal era para isso que nós vivíamos esperando nos finais de semana da nossa infância. Jogasse bem ou mal, no meu caso era, e ainda é, a segunda opção, todos nós estávamos ávidos por uma partidinha com a “gorduchinha” mais conhecida do desporto nacional. Com camisa e sem camisa, times divididos, bola no chão, quebra canela valendo.

Uma coisa simples e prazerosa ao extremo. O sol comia nossa pele, o cimento deixava marcas nos joelhos e palmas das mãos desavisadas. Tentar desequilibrar os jogadores do time sem camisa era sempre uma boa arma. Afinal, ninguém queria voltar todo estropiado para casa.

Eram bons dias aqueles. Sem grandes preocupações. Depois do corre-corre, uma boa golada d’água na torneira do saudoso Parque Duque de Caxias, hoje o afamado Parque Celso Daniel. Nem queríamos saber se aquela água era limpa, filtrada, da rua, que fosse. O importante era sanar a sede daqueles boleiros.


Havia alguma coisa me incomodando naquela quadra do outro lado da rua. Demorei a perceber, mas o que me inquietava, era o fato de não haver uma viva alma naquele espaço. Nenhuma criança, adolescente ou adulto, curtindo um dia de folga. Aquele espaço reservado a arte de jogar bola e revelar craques estava vazio.

E meu tormento ia mais longe. Aquela era a representação clara do motivo pelo qual, cada dia menos, nós nos deparamos com novos Peles, Zicos, Romários e Garrinchas.

No dia 2 de novembro de 09, aquele campinho decretou simbolicamente a morte, de uma vez por todas, do futebol de várzea brasileiro. Dos celeiros de craques que o Clube Atlético Ypiranga tão bem eternizou. Nunca mais ouviremos falar de olheiros em busca de novas promessas. Apenas de milionários contratos, com jovens que aprenderam a jogar bola em campos de futebol sintéticos, tomando água de garrafas pets e se preocupando em manter nos pés não o talento, mas a marca das melhores chuteiras do mundo.

Era passada à hora, minha reunião ia começar e aquela pequena ilha de cimento ganhava a companhia de um senhor e seu cão labrador agitado, correndo atrás de uma velha bola de tênis.

Foto: Campo do C.A.Y. em um domingo qualquer. Arquivo pessoal.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Resumo da Semana (11)


É isso ai gente, volta de feriado só podia ter trânsito pra caramba, enquanto isso, já estou em casa vendo todo mundo se ferrar. Depois de ter trabalhado parte da manhã e tarde vou postar nosso resumo dos últimos 7 dias.


Muito bom, comecemos por aquilo que teve fim nesse domingo. O mundial de F1 perdeu completamente a graça com o título garantido pelo Jason Button, mas teve o charme de uma nova pista, nos Emirados Árabes Unidos. Como bem classificou o jornalista Fábio Seixas, da Folha de S. Paulo, “GP bonitinho, mas ordinário”. Nada agrada aos pilotos, o traçado não é desafiador, o horário ruim, a saída do Box é um convite aos acidentes e de tudo que eles planejaram, só esqueceram de que lá devia acontecer uma corrida de Fórmula 1.

Bom, de relevante, Vettel venceu a prova e ficou com o vice. Barrichello agora pilota para a Willians e dificilmente irá disputar o título de 2010. Novidades para próxima temporada são os pilotos Buno Senna e Lucas Di Grassi, que representarão respectivamente a Campos e a Manor, duas equipes estreantes na categoria. O japoronga Kobayashi é a grande revelação da reta final da temporada 2009.


Futebol. A coisa ta apertada, mas ainda aposto que o título fica entre Palmeiras e São Paulo, não acredito no Atlético de Minas nem no Flamengo. As duas equipes ganham no embalo, mas parecem perder o fôlego da reta final do torneio.


Dinho Ouro Preto, viu a coisa ficar preta quando decidiu chegar um pouquinho mais perto do público. Durante o show em Patos de Minas, o vocalista do Capital inicial caiu do palco com mais de três metros e teve traumatismo craniano e algumas fraturas nas costelas. Tava sóbrio o “rapaiz” hein! Agora, para a sorte de muitos, a banda cancelou alguns shows da turnê. Podiam ser todos os shows dessa turnê ou todas as turnês deste século?

Bom, mesmo não gostando da banda, nem muito do Dinho, que a o cara se recupere logo. Costela quebrada é foda.


O ministro da educação, Fernando Haddad, anunciou nessa semana que o ENEM será a FUVEST do MEC. Em matéria publicada pelo Estado de S. Paulo, o ministro disse que a nova prova seguirá os mesmo modelos do processo seletivo mais importante do país. A nova prova ficará sob a responsabilidade da empresa ligada a Universidade de Brasília, um órgão público que tem total interesse na qualidade e no sucesso da prova. Haddad afirmou que o novo ENEM tomou proporções monumentais e precisa de uma empresa que seja responsável pelo processo durante anos.


A ministra-chefe da casa civil, Dilma Roussef, disse que a melhor forma para combater o tráfico de drogas nas favelas cariocas é uma “disputa do bem”. Matheus Adami perguntaria: “E ai cara, será que rola?” e eu responderia: “Nem f*odendo, desce a porrada deles 06”.

Foto do Blog do Fábio Seixas