quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cinco vídeos: John Cleese

Sempre fui fã da primeira grande trupe de comédia da televisão mundial o fantástico “Monty Python Flying Circus”, que estreou na Inglaterra no dia 5 de outubro e 1969. Os jovens amigos e atores Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin e Terry Jones, revolucionaram o mundo do entretenimento introduzindo os “sketches”, pequenos quadros com histórias cômicas.

O grande destaque do grupo, em minha opinião, é o comediante John Cleese, principal roteirista da trupe e o primeiro homem a falar a palavra SHIT em rede nacional. Até outro dia, achava que o cara andava parado, curtindo a aposentadoria. Ledo engano, o cara continua participando de grandes produções. Entre outras coisas, Cleese fez o fantasma Nick Quase sem Cabeça (Harry Potter) e o rei Harold (Shreck 2 e 3).

Ai, resolvi estrear a nova cara do blog, com cinco dos melhores momentos de Cleese e da turma do MPFC.

SPAM – Curiosidade. Esse vídeo que daria origem ao termo spam dos e-mails. Uma palavra utilizada na Inglaterra para definir coisas chatas e repetitivas.


Ministry of Silly Walks


Pope and Michelangelo – O Monty Python foi o primeiro a quebrar paradigmas e fazer piadas saudáveis dobre religião



Silly Job Interview


The Parrot Sketch


Graham Chapman's funeral – Esse 6º vídeo e resultado do sketch acima. Acredito que seja uma das melhores homenagens póstumas que já vi na vida.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Resenha: “Battle Studies” – John Mayer (2009)


E quando eu não sabia o que fazer pra postar no blog hoje, resolvi colocar meus ouvidos pra trabalhar. Na resenha do dia está o novo disco do brilhante guitarrista John Mayer, o “Battle Studies”, lançado em dezembro de 2009. Até hoje John Mayer teve bons álbuns de estúdio, mas ele só surpreende mesmo quando se escuta o som ao vivo.

Sim, Mayer é um dos grandes guitarristas da década, mas precisa achar o seu próprio som. Precisa parar de ser parecido com alguém, Steve Ray Vaughan ou Hendrix, e ser ele mesmo. Para Mayer se tornar um cara genial de vez, ele precisa surpreender todos com um disco revolucionário. Deixar essa coisa pop e soltar a mão na sua Fender.

Assim, vamos destrinchar essa coisa:

"Heartbreak Warfare"
O começo é muito brega, John Mayer deve ter ido a alguma apresentação de uma sinfônica qualquer e achou bonito todo mundo entoando um “Lá” para finar os instrumentos igualmente. Ai ele foi lá e gravou isso pra abrir o álbum. “Qualé” tá querendo pagar de maestro da guitarra? A música é boa, uma das melhores do CD, tem uma letra legal e tem muita coisa experimental, pela primeira vez na carreira Mayer abusa um pouco mais de efeitos. Tem um ar de Phil Collins.


"All We Ever Do Is Say Goodbye"
Violãzinho básico, como manda o figurino Mayer de se compor um álbum, precisa de uma música mela cueca pra menininhas entoarem junto com ele nos shows e corarem seus coraçãozinhos partidos. Tem uma arpa de fundo em algumas partes (WTF?!). Parece musiquinha de cantora adolescente até a hora que ele manda um solo cheio de slides e coisa e tal. Ainda assim, não me agrada, comparada com “Daughters”, que segue esse estilo, é muito pior.

"Half Of My Heart"
“Happy feelings!” (rss…). No estilo felicidade é o que importa, é mais uma composição romântica do guitarrista, sobre relacionamentos, separações e amores eternos... Dessa vez em parceria com a simpática e afinadíssima Taylor Swift, que faz uma ponta na segunda voz. É legalzinha a faixa, só.

"Who Says"
Composição acústica que se aproxima mais de outras faixas dos álbuns anteriores. Com vocais complicados, uma levada complicada na “viola” e só percussão acompanhando. Muito boa essa música, para relaxar enquanto se aproveita os últimos momentos de um dia complicado, acompanhado de uma cerveja gelada.

"Perfectly Lonely"
De volta as origens, a guitarra volta a ter mais destaque, com uma linha de baixo bem legal. Mayer coloca seus agudos no master e solta a voz. Não apresenta nada de novo tecnicamente e musicalmente falando, seguindo uma estrutura bem batida, mas que sempre funciona. É uma letra menos depressiva que as outras.

"Assassin"
Tem uma letrinha cheia de segundos sentidos e mensagens subliminares. Coisainha mais pentelha. Parece que é musica de fodão, depois você acha que é de menininha, ai depois descobre é de cafetão e termina com o cara sendo feito de idiota. Tem umas coisas meio africanas no meio, sei lá, zuada. Faixa divertida.

"Crossroads"
Mayer ficou com saudade da pedaleira ZOOM 500a, que ele comprou quando tinha 15 anos. Resolveu usar ela pra gravar alguma coisa no álbum e escolheu foder com a composição do genial Robert Johnson (não, a música não é do Eric Clapton, ele “passou a perna” no Johnson). Sei lá, pior versão que já vi gravarem desse clássico do rock.

"War Of My Life"
Não saquei qual é a dessa música, mas já tá batendo aquele pensamento estilo: “Porra, quanto será que falta pra chegar ao final desse CD?”. Simplesmente não tem nada demais pra falar dessa música, sei lá tá pop demais pro meu gosto, Mayer deve tá precisando de dinheiro pra comprar havaianas, só assim pra gravar essa música.


"Edge Of Desire"
Mela cueca… fala sério John. Se a banda não fosse muito boa e ele muito bom guitarrista eu nunca mais ouviria algo que ele gravou. Próxima!


"Do You Know Me"
Olha, de todo que escutei, gostei muito dessa composição, por ser simples como a "Who Says". Violão, vozes e percussão. Como nessa formação as músicas dele ficam muito melhores. Simplicidade que mostra i talento e realmente soa bem. Diferente de muita coisa que ele fez, gostei.


"Friends, Lovers Or Nothing"
Bom, o nome e os outros comentários já dizem tudo. Vamos pra nota final...


Nota final: 6,0. Sinceramente, John Mayer continua devendo um disco de estúdio que encha os ouvidos. O “Where the light is - Live in L.A.”, é um dos melhores disco ao vivo que já tive a oportunidade de escutar. Nem mesmo o Continuum, grande disco do rapaz, chega perto de um disco histórico.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Notícias que não fazem a diferença

NX Zero fala sobre DVD "Sete Chaves"

Este DVD deveria ser trancado a sete chaves, junto com o resto da banda e o segredo deveria ser guardado pela maçonaria.


Comece a sua semana rindo (1)

A partir de hoje começo a nova seção do Blog do Duzão. Como segunda-feira é o dia mais arrastado da semana, onde cada hora parece ter 75 minutos, nada melhor que começar o dia com um bom vídeo, foto, história em quadrinho, qualquer coisa vale.

Para a estréia do post, um clássico do “College Humor”, relembrando a minha infância com as histórias do Power Rangers, um ótimo quadro de comédia. Vale a pena assisitir!

sábado, 23 de janeiro de 2010

ZortCast#13 - "Aê parcero!"

Senhoras e senhores!

Como parte do nosso plano para dominar o mundo, em uma colaboração memorável, a Duzão & Salgado Entertainment Association presenteia-os com o décimo terceiro episódio de ZortCast, um podcast sem sentido mas com conteúdo! Nele, Duzão, Buba & Joey Salgado debatem sobre algumas das parcerias memoráveis na música!

Neste episódio, entenda o conceito de uma parceria entre músicos consagrados, veja como algumas funcionam para impulsionar a carreira de uns, observe que ter um bom parceiro musical não necessariamente significa que você tenha um amigo e conheça algumas das novas parcerias que prometem nos salvar desse mundo musicalmente comprometido!

Para conferir os post completo clique aqui e entre no Blog do ZortCast!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

The Beatles FAIL!

Um belo dia uma amiga minha me ligou super feliz para falar que ela viu um filme e lembrou-se de mim. Era um filme romântico, meio musical, feito apenas de versões de músicas dos Beatles. Logicamente ela não se lembrou de mim por causa das cenas românticas entre os dois jovens enamorados. Mas sim, devido ao meu gosto musical refinado que inclui a banda supracitada e meu incrível mau humor ao ouvir bandinhas que tentam fazer versões de músicas dos Beatles, obviamente, cagando de forma magistral.

Ainda assim, ela insistia que eu “devia assistir a essa homenagem que os atores e autores de ‘Across the Universe’ fizeram aos meninos de Liverpool” - Meninos de Liverpool? WTF?! - terminando com o famoso: “Você vai adorar!”.

Pois bem, terminei por ver essa parada, a história é uma aventurinha adolescente besta que só. E como imaginei, as versões estragam mais uma vez a obra dos “meninos de Liverpool”. Para quem nunca viu o filme – que continue sem ver – segue uma amostra de como não fazer versões de Beatles e como fazer uma homenagem decente ao quarteto!

Across the Universe - I want to hold your hand (Com uma japa feia, sem voz em uma cena sem sentido)


The Beatles - I Want To Hold Your Hand (Ai sim hein!)


Across the Universe/Dana Fuchs - Don't Let Me Down (affffff...)


The Beatles - Don't Let Me Down (1969 - No telhado!)


John Pizzarelli at Montreal Jazz. "I've Just Seen a Face" (Assim é que se faz!!!)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O genial John Willians

Sempre que consigo um tempo tento acompanhar dois podcasts sensacionais, além do ZortCast obviamente, são eles o Jovem Nerd e o Rapaduracast, do site Cinema com Rapadura. São duas das melhores fontes de cultura pop/nerd que conheço. Infelizmente, o tempo é curto e as vezes acumula um programa ou outro. E nessa semana, tentando ver o que perdi nos últimos dias, descobri que o pessoal da "Rapadura" postou um programa fantástico sobre um dos maiores compositores que já caminharam pelo nosso planeta.

O genial John Willians, que já tem no currículo mais de 40 indicações ao Oscar, com filmes como Jurassic Park, Star Wars, Harry Potter, Hook, A Lista de Schindler, Superman, O Patriota e outros tantos, completando uma lista de 103 produções ao longo de sua carreira. No programa eles elegem as melhores trilhas do compositor e quais as curiosidades sobre cada uma delas.

Um ótimo programa para se escutar enquanto coloca em dia alguns arquivos pendentes de 2009.

O link para o programa é AQUI!

Segue uma amostra do que o titio John consegue fazer! O segundo vídeo é meio ruim, mas pra mim é a grande vencedora das composições do maestro.

Flight To Neverland



Jurassic Park

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Dez frases Nerds e um pouco mais...


Por mais que você discorde todo mundo é um pouquinho nerd. Eu por, exemplo, sou muito, afinal tenho blog, podcast, gosto de filmes nerds, livros, jogos, músicas, enfim, assuntos que esse mundo normalmente nos proporciona. Sendo assim, em uma conversa breve com um amigo elegemos as 10 frases que qualquer nerd não perderia a chance de utilizar em um texto, conversa, ZortCast ou coisas do gênero.

Segue a lista:

1 – “Que a força esteja com você” – Star Wars
2 – “You shall not pass” – Senhor dos Anéis
3 - A resposta é 42! – Guia do Mochileiro das Galáxias
4 – “Leave the guns, take the cannolli” – O Poderoso Chefão (lembrada pelo Carioca via MSN)
5 – “Luke, I’m your father” – Star Wars
6 – “Vida longa e próspera” – Star Trek
7 – “Hasta La vista Baby” – Exterminador do Futuro 2
8 - "They can take our lives, but they can never take our freedom" – Coração Valente
9 – “Run Forest, Run” – Forest Gump
10 – “I see dead people” – Sexto Sentido

E a hors-concours – Primeira lei. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal. Segunda. Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei. Terceira. Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis. – Issac Asimov

Mas afinal, haja saco pra decorar essa última

E ai, deixei passar alguma?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

"Rede de Sonhos"


A profissão de jornalista permite que a gente entre em contato com diferentes realidades e personagens. Neste início de ano, realizei uma entrevista com um jovem alento da literatura brasileira, como classifica a própria série da editora Novo Século. Felipe Pan, de 23 anos, lançou em dezembro de 2009 o livro, “Rede de Sonhos”. Uma fantástica aventura que mistura o fantástico, o mundo dos sonhos e a realidade em que vivemos diariamente.

De fato, precisamos renovar a literatura do país, e por que não começar com a infantil. Quem nunca se emocionou com as aventuras da série do escritor Pedro Bandeira. Normalmente começando pelo famoso “A Droga da Obediência”. Felipe foi um desses jovens que ainda crianças, se divertiram com esses livros, que desenvolveram seu amor pela leitura e foram responsáveis pela sua escolha em se formar em Letras- Tradutor Intérprete.

Fiz a entrevista no fim da primeira semana de 2010. Viciado em leitura como sou, acabei lendo as 208 páginas do livro no mesmo final de semana. A história de Arthur e seus amigos me fez lembrar muitos de meus próprios sonhos quando ainda criava meu gosto pela leitura, lá pelos meus 10 ou 11 anos.

Pode ser que você se considere velho para ler um livro infanto-juvenil. Eu, não me arrependo de ter conhecido mais um grande autor de nossa literatura. Se você deseja converter um jovem, fazendo-o deixar um pouco de lado os vídeo-games, mini-games e afins, dos quais também sou fã. “Rede dos Sonhos” é uma ótima escolha.

Onde comprar: Livrarias Saraiva e Cultura e seus sites, além da loja on-line da própria editora. Valor: R$29,90.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Aquecimento pro show do Metallica...

Continuando o aquecimento pro show do Metallica. O Making Of de “All Nightmare Long” e a primeira vez que o mundo escutou a composição.!

Criando...


… e o resultado.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Resenha: Death Magnetic – Metallica (2009)


Fiquei algum tempo pensando sobre o que postar no primeiro post meu de 2010, já que o ZortCast em si não conta, já que agora ele tem blog próprio. E já que estamos a menos de um mês do primeiro grande show do ano, e provavelmente o melhor, resolvi postar as minhas impressões sobre o novo álbum do Metallica, “Death Magnetic”, lançado em 2009. Ah! Também tentarei postar uma ou duas análises por mês, de discos mais antigos que eu considere bons. Aceito sugestões dos leitores. Tanto de lançamentos quanto velharias.

O disco, marca o retorno da banda ao velho estilo Trash Heavy Metal, que fez a banda famosa no início da década de 80, quando Dave Mustaine, fundador do Megadeth, ainda cuidava dos solos da banda. Nesses quase 30 anos de Metallica, os membros fixos da banda de tornaram o vocalista/guitarrista James Heitfeld, o baterista Lars Ulrich e o guitarrista solo Kirk Hammet. Hoje em companhia do genial baixista Robert Trujilo.

É claríssimo o quanto a banda “re-evoluiu” desde quando lançou St. Anger em 2001. Se para muitos fãs a banda começou a década colocando em cheque sua capacidade de ainda fazer música boa, o final dessa mesma década mostra que a banda continua sendo uma das melhores bandas de Heavy Metal que já caminhou na terra.

Segue o disco destrinchado!

1. "That Was Just Your Life
A música perfeita para começar um álbum muito foda. Com todas as características que os bons e velhos fãs da banda queriam ouvir. Metallica soa como a boa e velha banda de 1981, mas com um vocal maduro e centrado, o que faz toda a diferença. Riff acelerado, tem a pegada de outras grande primeiras faixas da banda, como "Hit the Lights", "Fight Fire With Fire" e "Battery", dos três primeiros álbuns da banda.

2. "The End of the Line
Lembra muito o meio da carreira dos tiozões do metal. Heitfeld e Hammet de volta a velha forma, sincronizados como nunca e com riffs perfeitamente encaixados. Lars continua com a mesma pegada de anos anteriores, misturando muito bem a técnica adquirida no período de abstinência musical da banda que antecedeu o St. Anger.

3. "Broken, Beat & Scarred"
Melhor faixa do álbum. Riffs pesados, tempo quebrado, solos como a muito tempo não se ouvia em uma bom disco de rock. Hammet de fato não perdeu a mão e mostra que é sim um dos grandes solistas que a música já viu. Pode não ser virtuoso como Hendrix e companhia, mas tem uma presença indiscutível!

4. "The Day That Never Comes"
Primeira música de trabalho da banda, com certeza uma típica nova “Fade to Black” a lá baladinha pesada. Mas com certeza uma baladinha muito boa. A Banda investe muito em longos trechos instrumentais, com solos e “duetos” de guitarras. É, com certeza, o disco com mais liberdade para um baixista desde a morte de Cliff.

5. "All Nightmare Long"
Podia se chamar “Enter Sandman II” (rsss), não tem nada a ver musicalmente, mas pra bom entendedor... vocês sabem. Boa música, segue a linha da pancadaria fulltime. Com certeza os fãs dos primeiros anos da banda devem adorar essa faixa.

6. "Cyanide"
Muito parecida com a faixa anterior, segue uma receita pronta que a banda encontrou no final da década de 1990, mas com uma cara “moderninha”. Estivesse ela umas duas faixas antes, seria uma música fodona, mas a essa altura do disco, já fica meio repetivio, mesmo pra quem gosta da música. Ainda assim, é melhor que 90% das músicas lançadas em 2009.

7. "The Unforgiven III"
Alguma coisa tinha que estragar o disco, não podia ficar bom do início ao fim. O pianinho coloca tudo a perder. Digamos que está seja melhor que cerca de 80% do que foi lançado em 2009. Seguindo...

8. "The Judas Kiss"
Retoma a direção proposta pelas primeiras faixas do disco. Ela já segue caminhos bem diferentes do que foi mostrado anteriormente. Mas ainda assim, é possível encontrar referencias a diversas fases da banda. Uma música que tem muito potencial, mas não chega ao top 30 dos caras.

9. "Suicide & Redemption"
Faixa mais longa de todo o álbum, tem mais variações de timbres e andamentos que qualquer outra música do disco. Ainda assim, é possível identificar certos elementos melódicos e técnicos que fazem parte do disco como um todo. Ainda assim, é diferente de todo o resto. É uma grande composição, com certeza, mas não é o que pode ser chamada de uma música para iniciantes.

10. "My Apocalypse"
Para encerrar o disco que marca a volta as antigas, ma música com cara de década de 1980. Porrada! Muito boa, também foge da fórmula mágica. E é basicamente a música que explica o título do CD. Uma faixa que finaliza muito bem um grande álbum.

Nota final: 9,0 – O disco representa esplendidamente o que seria um extrato da produção musical do Metallica.

sábado, 2 de janeiro de 2010

ZortCast#12 - Natal, uvas passas e um próspero fim de mundo


Senhoras e senhores!

Como parte do nosso plano para conquistar o mundo, comemorativamente, a Duzão & Salgado Entertainment Association presenteia-os com o décimo segundo episódio de ZortCast, um podcast sem sentido, mas com conteúdo! Nele, Duzão, Marin & Joey Salgado debatem sobre as festividades de final de ano!

Para conferir os post completo clique aqui e entre no Blog do ZortCast!