quinta-feira, 20 de maio de 2010

Porque eu assisto Big Bang Theory...

Confesso que nunca fui aquele fã insaciável de série norte-americanas. Na minha infância assistia “Alf” e “Anos incríveis”, que tinha uma das melhores aberturas da TV graças à música “With a little help from my friends”, dos Beatles, mas na versão de Joe Cocker. Fora isso, nunca fui apaixonado por milhares de séries como muitas pessoas são.



Logicamente que a oferta na época era muito menor que a procura, mas ainda assim, havia muito mais séries que apenas essas duas.

Hoje, a televisão foi invadida por uma variedade infindável de séries e enlatados para TV. Porém, não podemos dizer que é exatamente uma variedade. Acredito que ao menos 50% do que é produzido são séries policiais de todo tipo; 30% são ficção cientifica; outros 10% são em hospitais, 5% são um lixo e os outros 5% são realmente boas. Isso não exatamente o que eu considero uma grande variedade de temas para séries.

Não que as séries individualmente sejam ruins. Muito pelo contrário, todas elas têm alguma coisa de legal, muitas delas tem alguma coisa de diferente e inovador. Mas no final, é tudo mais do mesmo. Nada que seja realmente inovador.

Big Bang Theory tem aquele ar simplista que séries mais antigas têm, assim como “Friends”. Ninguém precisa salvar o mundo, resolver a crise mundial, curar pessoas ou alguma coisa do tipo. São apenas amigos vivendo coisas do dia a dia, dando risadas e passando por perrengues como todos nós. Logicamente, com o devido extremismo em algumas cenas que não veríamos normalmente. Ou talvez veríamos... isso depende muito de que tipo de amigos você tem. Às vezes eu vejo... bom, que seja.

Para exemplificar o que eu digo, separei algumas das melhores cenas da série:







Assistir BBT para mim é, assim como “Two and a Half Men”, outra série genial, uma forma de dar risada de coisas que plausíveis no meu universo. Já que ainda não fui apresentado a nenhum vampiro, comandante interestelar ou uma pessoa que ficou em uma ilha perdida que se movia no tempo espaço. Levando em conta que sou irmão de um químico doutorando, cunhado de uma doutora em química e primo de dois físicos, sendo que um dele faz mestrado em matemática. BBT é muito mais plausível que outra coisa qualquer. E não me faltam amigos bêbados para a outra série.

Quem sabe, o dia que criarem uma série genial sobre Rock and Roll, surja a segunda temporada que eu mais gosto.

Para fechar, ainda descobri que a atriz que fazia a Winnie Cooper, em “Anos Incríveis”, fez uma ponta no episódio 12 de BBT, como Abby. Confira!

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